Pra provar que não é difícil ser sustentável, um grande nome da moda deu o exemplo: Christian Louboutin lançou uma linha de calçados ecológicos. A ideia é simples, usar tecidos que sobram da confecção dos outros calçados carésimos que a marca dele produz.
Para dar mais charme aos peep toes que ele produz, os calçados serão exclusivos. Custarão, em média, R$3,500. E estão previstos para chegar aqui no Brasil no fim deste ano.
O solado vermelho - marca registrada do estilista - permanece nos exemplares
A linha Eco-trash promete ser um sucesso por quatro motivos:
1) Os pares são de Louboutin, o homem dos calçados mais desejados do mundo
2) Custam caro e, por isso, garantem status pra quem usa
3) Christian está em alta depois do seu escândalo com o estilista Yves Saint Laurent, todas as mulheres que estão ligadas na moda dos pés estão querendo seus calçados exclusivos
4) Ele acertou em cheio ao somar sustentabilidade e moda
Os pares podem ser revestidos, por exemplo, de cortiça, PVC ou juta
Portanto, se você puder, e quiser, garanta o seu. Até porque, afinal de contas, é um Louboutin!
Nesta edição, o Prato Voador tem como destino a Espanha de Almodóvar. A ambientação fica por conta da boa música e das surpresas reservadas para a noite.
No comando da cozinha, os chefs Mario Ávila e Cláudia Moro Barbosa desenvolvem um menu específico para compor a experiência. Com uma atmosfera aconchegante, o espaço cultural Meme Santo de Casa vai sediar o jantar pela segunda vez. Além da ótima localização, a casa possui capacidade para um número restrito de participantes, mantendo essa experiência um deleite para poucos.
A noite é idealizada como uma aventura que estimula todos os sentidos. Desbravar os sabores, as imagens, os sons e os aromas da cultura espanhola é o desafio proposto para a próxima edição. “A ideia é fazer as pessoas viajarem com o Prato Voador, experimentarem novas sensações”, explica Fabiana Leivas, idealizadora do projeto.
Seja pela boa culinária, pela ambientação temática ou pelas surpresas que o jantar propõe, vale a pena separar a noite para participar dessa experiência cultural que está sendo preparada.
Na tarde de sábado, enquanto lia um livro, fui surpreendida por uma ligação. Dona Santa ligou-me perguntando se eu poderia visitá-la naquele dia mesmo.
Curiosa e cheia de expectativas, saí de casa para falar com a esposa de seu Romeu e mãe de Zé para saber um pouco mais da vida deles. Chegando lá, deparei-me com histórias nem tão alegres como eu imaginava que encontraria.
Romeu e Santa são de Santa Maria e conheceram-se lá. Depois de se casarem, tiveram que vir para Porto Alegre, pois o marido era militar e foi transferido para cá. Tiveram nove filhos. Dois, porém, faleceram logo depois que nasceram. Zé morreu, aos 46 anos, vítima de repetidas crises de depressão. A paixão pelo futebol parecia ser seu único consolo. Não teve mulher, nem filhos, mas era bem apegado à sua família.
Dona Santa mostrou-me algumas fotos e prometeu-me apresentar amigos de infância tanto de seu Romeu, quanto de Zé. Deposito minha esperança de histórias mais divertidas e alegres nessas duas fontes, já que, até agora, conheci duas vidas marcadas por dificuldades.
Há pouco tempo, o Brasil comemorava os mil dias para a Copa. Sobravam festejos e holofotes, faltava preocupação.
O atraso é grande. Só agora começou a se pensar no que deveria ser sabido antes mesmo de a candidatura ser lançada: um grupo cervejeiro patrocina o Mundial. Com isso, seria muito pouco provável de que a lei que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol e proximidades prevaleceria sobre o patrocinador.
A outra polêmica em questão é a exigência de meia-entrada para idosos e estudantes que o país sede está fazendo sobre a federação internacional. Novamente, um esforço em vão. Os jogos já têm um custo calculado e não há como saber quantos ingressos serão vendidos pela metade do preço. Se os brasileiros acham anormal ter esse controle, há algo de muito errado por aqui.
Polemizar esses dois assuntos é uma grande inutilidade, já que é, praticamente, pré requisito aceitar as normas da Fifa para poder sediar uma Copa.
O mais importante ninguém pensou até agora. Sem estádios, sem Copa. Essa seria a lógica mais simples a ser seguida, porém, hoje, nenhuma obra está dentro do prazo inicial previsto pelos clubes e construtoras.
Já é costume do Brasil dar prioridade a assuntos irrelevantes para atenuar os realmente preocupantes. É hipocrisia querer sediar uma Copa e receber milhares ou milhões de estrangeiros para oferecer serviços públicos precários. Não há condições sequer humanas nem para os próprios cidadãos brasileiros. O dia em que as emergências dos hospitais não estiverem mais lotadas, o trânsito não for caótico e o transporte público for eficiente para os habitantes do país, aí sim poderá cogitar a idéia de abrigar um evento de grande porte como é este. Atualmente, não é o caso. Explicado o motivo pelo qual as discussões estão voltadas não para os estádios ou para os serviços públicos. Afinal, o governo não discutiria os únicos pontos que realmente são de sua responsabilidade.
Paixão. Talvez seja essa a palavra que defina melhor Romeu Armelindo Felipetto e José Antonio Felipetto.
O túmulo onde estão sepultados, no Cemitério Santa Casa da Misericórdia, despertou-me curiosidade. Nele, há dois distintivos: um do Internacional e outro do Grêmio. A paixão Gre-Nal eternizada ali, indiferente à vida. Mas viva até a morte.
No começo, achei que eram irmãos. Então fui procurar referências na internet para apurar mais informações. Encontrei o telefone da casa de seu Romeu. Liguei para lá sexta, 23 de setembro, e um homem chamado Roney me atendeu. Ressabiado depois de escutar minhas explicações detalhadas sobre o projeto, pediu-me que ligasse outro dia para falar com sua mãe.
Consegui contato apenas na semana seguinte. Dona Santa foi quem atendeu. Após esclaracer o trabalho e me identificar, contei o motivo de escolher o túmulo dos Filipetto. Ela, muito animada, declarou:
- Ah, ele era muito colorado! - disse ela, referindo-se ao filho.
Dona Santa era esposa de seu Romeu, e José Armelindo, um dos filhos deles e irmão de Roney - o que me atendeu na semana anterior. A senhora me explicou que Zé era mesmo apaixonado pelo Inter. Segundo ela, quando lavava seu uniforme colorado, ele botava a cadeira na rua para cuidar da roupa no varal, pois tinha medo que roubassem seu manto sagrado. Além disso, falou-me que participa do Clube de Mães e foi bailarina.
Sobre o marido, não deu grandes detalhes por telefone. Mas fiquei super empolgada com a receptividade de Dona Santa e acredito que, quando falar pessoalmente com ela semana que vem, vou ter mais informações. Espero ter muitas histórias para contar desses pai e filho movidos pela paixão Gre-Nal.
Fotógrafos conseguem captar situações inusitadas. Através de uma sensibilidade incrível, esses trazem à tona um mundo que está lá, no entanto que passou despercebido pela visão humana ou que não esta ao alcance dessa.
Reconhecer o talento de fotógrafos tanto amadores quanto profissionais é uma forma de dar valor a um artista. O concurso British Wildlife Photography faz isso desde 2009 ao premiar aqueles com as melhores capturas da grande riqueza e diversidade da história natural britânica.
O concurso de fotos já divulgou seus vencedores do ano. O prêmio foi dividido em dez categorias, além de um vencedor geral e dois premiados com idades abaixo de 11 anos de idade e entre 12 e 18 anos.
As imagens premiadas vão ser expostas ao longo de um ano em diversos lugares da Inglaterra, Escócia e País de Gales . Também, farão parte de uma coleção ilustrando as melhores imagens do concurso desta edição.
A fotografia abaixo foi vencedora do prêmio geral. Uma água-viva no mar de uma ilha na costa escocesa, o artista foi o fotógrafo Richard Shucksmith.
Best-sellers costumam tomar o caminho dos cinemas. Embora sejam lidos por muitas pessoas, o sucesso e o burburinho gerado fazem os olhos dos executivos de estúdios brilharem. Nem sempre o resultado é satisfatório, mas algumas vezes as obras conseguem cumprir seu propósito - entreter - indo além.
A trilogia Millenium, do jornalista sueco Stieg Larsson cumpre esse papel. Os três livros que acompanham a cooperação entre o editor de uma revista investigativa e uma hacker venderam milhões de cópias e foram levados ao cinema em seu país de origem. A versão americana, dirigida por David Fincher, de A Rede Social e Clube da Luta, está prestes a chegar aos cinemas.
O primeiro livro/filme, "Os homens que não amavam as mulheres", traz Mikael Blomqvist, um jornalista responsável pela "Millenium", revista claramente de esquerda, que atua denunciando esquemas de corrupção. A história tem um cunho autobiográfico, pois Larsson foi editor da "Expo", uma revista cujo alvo era a ultra direita europeia.
Blomqvist precisa largar o trabalho, por ter sido acusado de caluniar um executivo corrupto. Tendo em vista sua reconhecida habilidade investigativa, um empresário chamado Henrik Vanger o contrata para descobrir o que aconteceu com uma sobrinha desaparecida há 40 anos. Vanger acredita que ela foi assassinada por um dos membros da família, porém não há pistas aparentes que levem a essa conclusão.
Ao lado da hacker Lisbeth Salander, a garota da tatuagem de dragão do título americano, Blomqvist começa a investigar o caso que o leva a descobrir uma série de acontecimentos relacionados a violência contra mulheres. Em paralelo, a história conturbada de Lisbeth se desenvolve em meio a críticas a elementos de extrema direita presentes na Europa contemporânea.
Larsson, autor da série, morreu subitamente, aos 50 anos, em 2004. Há bastante discussão acerca de sua morte, inclusive a possibilidade de ter sido assassinado, em função dos temas polêmicas que tratava em sua revista.
Abaixo, os trailers da versão original sueca e da americana do primeiro filme da série. Quem tiver vontade de saber um pouco mais, pode ler o livro também.
Com certeza você já deve ter visto muita gente por ai com o acessório que pegou no inverno, e promete continuar na primavera: as meias 7/8. Mas ao contrário do que pode parecer, essa moda não é de agora.
A origem das meias 7/8 vem da meia-calça, que antigamente era um acessório típico dos homens. A meia-calça surgiu na Mesopotâmia, há dois mil anos, e o material utilizado
para sua confecção era a lã, e tinha uma costura na parte de trás, que servia de proteção para os soldados que praticavam montaria no inverno. Ela passou a ser usada pelos nobres que competiam entre si pela riqueza dos materiais utilizados na meia, bordadas com muita sofisticação. Quando os recursos industriais da época permitiram a fabricação de um tecido mais fino, a meia-calça foi, assim, assumida como um acessório feminino.
O modelo mais usado era a 7/8, presa por fitas ou rendas às coxas, e todas tinham um acabamento atrás que fazia o desenho de um risco. Uma curiosidade interessante é que como as meias eram um produto muito caro, as mulheres no período da guerra, para não deixarem as pernas aparecerem tão nuas, pintavam um risco na parte de trás das pernas para simular o uso das meias.
Em tempo mais atuais o acessório incorporou um apelo sexy, fetichista, e, até então, pouco usado nas ruas. Como nas últimas temporadas elas passaram a ser um acessório comum nas passarelas, a tendência é as meias 7/8 perderem essa característica, pois cada vez mais ela é vista incorporada pelas mulheres no seu look do dia-a-dia.
Aí vão umas dicas para quem ainda tem dúvida de como usá-las:
Como elas são meias longas, é sempre bom usar mostrando um pedaço da perna para alongar a silhueta. Com saias, elas dão um toque meio college-sexy para o look, como no usado pela Blake Lively (acima, à esquerda). Com vestidinhos soltos, elas dão um toque romântico que fica lindo.
Se for usa-lás com shorts, opte pelos mais curtinhos. Mas cuidado com os muitos justos, para não ficar vulgar. Se o shorts for muito curto, o ideal é que a blusa seja mais longa.
Eu, Thais Drummond, nesta seção, deixarei você por dentro de tudo o que é tendência atualmente no mundo, bem como moda, tecnologia, literatura. Você é bem-vindo para mandar dicas de assuntos que gostaria de ver nos meus posts, e pode ficar à vontade para comentar abaixo das matérias.
Se quiser falar comigo, pode mandar e-mail para: thaisd.costa@hotmail.com ou mandar uma mention para @thais_drummond.
É daquele mascarado do Slipknot, que
para muitos mais berra do que canta e faz shows que mais parecem uma
apresentação de terror. Corey Todd Taylor é um músico que inovou a cena do
metal no mundo, abriu portas pra esse estilo que estava em decadência profunda.
Muitos não sabem, mas as canções do
Slipknot são cheias de sentimento e melodia. Corey usa da música pra expressar
seus sentimentos. Ele passa em suas letras uma manada de sensações de uma
forma diferente e que por muitos são mal interpretadas devido a aparência da banda.
"Nós não estamos nos escondendo atrás dessas máscaras, estamos nos
revelando mais do que vocês podem imaginar. A máscara que eu uso põe pra fora
toda a merda que há dentro de mim. Mesmo se não usássemos máscaras, nossa
música ainda seria de boa qualidade."
Ano passado a banda sofreu uma
grande perda. Paul Gray, baixista e fundador do Slipknot, foi encontrado em seu
apartamento morto por overdose. Esse caso mostrou que o lunático, doente e
horripilante Corey Taylor é um cara normal.
"A única maneira com que eu posso resumir Paul Gray é
amor. Tudo o que ele fez, fez pelas pessoas em volta dele e foi isso o que ele
nos deixou: um amor absoluto".
Foram as palavras dele ao se pronunciar sobre a morte.
Abaixo um vídeo dele fazendo uma tatuagem em homenagem ao
amigo.